Apresentação

PESQUISADOR:  Antonio Mario Giulianetti Cursino de Moura

FORMAÇÃO:  Bacharel em Economia e Filosofia.

E-Mail: amgmariogcm@gmail.com

FACEBOOK: Antônio Mario Moura

PREÂMBULO:

“DEUS NÃO TEM RELIGIÃO, QUEM TEM RELIGIÃO SÃO OS HOMENS”

“A NATUREZA NÃO DÁ SALTOS, ELA SEGUE EM CONSTANTE EVOLUÇÃO E TRANSFORMAÇÃO, PORTANTO O PROCESSO DE MORRER NÃO PODE SER VISTO COMO UMA ALTERNATIVA DE FUGA DE NOSSA REALIDADE, PORQUE SOMOS AQUILO QUE CONSEGUIMOS CONSTRUIR, EM PERSONALIDADE, SENTIMENTOS E REALIZAÇÕES E NÃO PODEMOS FUGIR DE NÓS MESMOS”

“A MORTE É O QUE HÁ DE MAIS DURO E ASSUSTADOR, QUANDO SE ESTÁ FORA DELA, MAS UMA VEZ DENTRO DO PROCESSO, O ESTADO DE BEM ESTAR É TAL, QUE NÃO SE QUER VOLTAR” (CARL G. YUNG)

Experiências de Quase Morte

Este site tem a intenção de passar informações sobre o fenômeno de, “Experiências de Quase Morte”, também denominados de “EQM’s”, que são desacreditadas pelos meios científicos, mas que se fazem presentes em nosso cotidiano, talvez com uma frequência maior do que possamos imaginar.

Apresentamos alguns depoimentos de pessoas que estiveram próximas ao processo de morrer.

A única coisa certa em nossas existências é que atravessaremos este portal, portanto, é conveniente que nos preparemos para tal.

A mensagem de fundo é que a morte a nível mental não existe, pois a consciência não sofre uma intersecção de experiência ao apagar do físico, mas sim um despertar para um novo estado de vivência consciente.

Está disponível a seguir, uma monografia do curso de Filosofia sobre “Filosofia da Mente e as EQM’s”, que questiona os paradigmas da ciência como verdade, pois estes são sempre transitórios.

Transcreve alguns depoimentos.

Para quem possui sensibilidade para o assunto e tem interesse em aprofundar seus conhecimentos, elencamos alguns livros disponíveis em língua portuguesa.

Finalizamos com um convite aos que por ventura tenham conhecimento de relatos do assunto, para que os compartilhem com o público visitante.

Àqueles que passaram por uma experiência de EQM, e tenham a disponibilidade de compartilha-la, pedimos a gentileza de preencher o questionário que se encontra ao final.

Encerrando, agradecemos a sua visita e esperamos ter podido acrescentar algum conhecimento ao seu rol de interesses.

Documentário sobre a vida após a vida

Este video refere-se a um resumo de entrevistas realizadas por Raymond A. Moody Jr. com diversas pessoas que se dispuseram a compartilhar suas experiências de EQM's. Embora um pouco extenso (com duração de 55 mim.) vale a pena ser assistido.

Depoimento Testemunhal do Sr. Ricardo

Depoimento de um amigo, que aos 11 anos no Rio de Janeiro, sofreu um episódio de meningite, por volta de 1950 e que esteve em coma por mais de 30 dias, retornando deste período cego e recuperando a vista de maneira milagrosa após 10 anos sem enxergar.

Depoimento Testemunhal do Sr. Ademar Miranda

Depoimento de um amigo que em período de sérios problemas de saúde, após 9 cirurgias, recuperou a saúde e afirma ter tido experiências de saída do corpo durante uma fase deste período.

LINK PARA MONOGRAFIA SOBRE EQM's

A Experiência de Quase Morte de Carl G. Jung

“No início de 1944, fraturei um pé e logo depois tive um enfarte cardíaco [aos 69 anos]. Durante a inconsciência tive delírios e visões que começaram quando, em perigo de morte, administraram-me oxigênio e cânfora. As imagens eram tão violentas que eu próprio concluí que estava prestes a morrer.

Disse-me minha enfermeira mais tarde: “O senhor estava como que envolto por um halo luminoso”… Eu tinha atingido o limite extremo e não sei se era sonho ou êxtase. Seja o que for, aconteceram coisas muito estranhas.

Parecia-me estar muito alto no espaço cósmico. Muito ao longe, abaixo de mim, eu via o globo terrestre banhado por uma maravilhosa luz azul. Via também o mar de um azul intenso e os continentes… sob os meus pés estava o Ceilão e na minha frente estendia-se o subcontinente indiano.

Meu campo visual não abarcava toda a Terra, mas sua forma esférica era nitidamente perceptível e os contornos brilhavam como prata através da maravilhosa luz azul… Bem longe, à esquerda, uma larga extensão – o deserto vermelho-alaranjado da Arábia. Adiante o Mar Vermelho…

Evidentemente via os cumes nevados do Himalaia, cercados de brumas… Não olhava “à direita”. Sabia que estava preste a deixar a Terra.

Mais tarde informei-me de que distância dever-se-ia estar da Terra para abarcar tal amplidão: cerca de l.500 km! “O espetáculo da Terra visto dessa altura foi a experiência mais feérica e maravilhosa de minha vida”.

“Após um momento de contemplação eu me voltei…” Parecia-me agora virar em direção ao sul. Algo novamente surgiu no meu campo visual. A uma pequena distância percebi no espaço enorme bloco de pedra, escuro como um meteorito… A pedra flutuava no espaço e eu também.
Vi pedras semelhantes nas costas do Golfo de Bengala. São blocos de granito marrom escuro, nos quais às vezes se escavavam templos. “Minha pedra era como um desses escuros e gigantescos blocos”.

“Uma entrada dava acesso ao pequeno vestíbulo; à direita, sobre um banco de pedra estava sentado em posição de lótus, distendido e repousado, um hindu de pele bronzeada vestido de branco. Esperava-me sem dizer palavra. Dois degraus conduziam ao vestíbulo: no interior, à esquerda, abria-se o portal do templo”.
Vários nichos cheios de óleo de coco ardiam em mechas cercando a porta de uma coroa de pequenas chamas claras. Isso eu vira em Kandy na ilha do Ceilão, quando visitava o templo do Dente Sagrado; lâmpadas a óleo cercavam a entrada.

Quando me aproximei dos degraus… do rochedo, ocorreu-me algo estranho: tudo o que tinha sido até então se afastava de mim. Tudo o que acreditava, desejava ou pensava, toda a fantasmagoria da existência terrestre se desligava de mim ou me era arrancada – processo extremamente doloroso.

No entanto, alguma coisa subsistia, porque me parecia então ter ao meu lado tudo o que vivera ou fizera, tudo o que se tinha desenrolado a minha volta. Poderia, da mesma maneira, dizer: estava perto de mim, e eu estava lá; tudo isso, de certa forma, me compunha. Eu era feito de minha história e tinha a certeza de que era bem eu. “Eu sou o feixe daquilo que se cumpriu e daquilo que foi”.

Esta experiência me deu a impressão de uma extrema pobreza, mas ao mesmo tempo de uma extrema satisfação. Não tinha mais nada a querer nem a desejar; poder-se-ia dizer que eu era objetivo; era aquilo que tinha vivido.

No princípio, dominava o sentimento de aniquilamento, de ser despojado; depois, isso também desapareceu. Tudo parecia ter passado, e o que restava era um fato consumado sem nenhuma referência ao que tinha sido antes. Nenhum, pesar de que alguma coisa se perdesse ou fosse arrebatada. Ao contrário: eu tinha tudo o que era e tinha apenas isso.

Tive ainda uma outra preocupação: enquanto me aproximava do templo, estava certo de chegar a um lugar iluminado e de aí encontrar o grupo de seres humanos aos quais na realidade pertenço.

Então finalmente compreenderia – isso também era para mim uma certeza
– em que relação histórica me alinhava, eu ou minha vida. Eu saberia o que houvera antes de mim, porque me tornara o que sou e para o que minha vida tenderia…

Minha vida parecia ter sido cortada por uma tesoura numa longa corrente e na qual muitas perguntas ficaram sem resposta. “Por que aconteceu isso? Por que trouxera comigo tais condições prévias? Que fizera eu dela? O que resultaria?”

Eu tinha certeza de que receberia uma resposta a todas essas perguntas, assim que penetrasse o templo de pedra. Aí compreenderia porque tudo fora assim e não de outra maneira. Eu me aproximaria de pessoas que saberiam responder à minha pergunta sobre o antes e o depois.

“Enquanto pensava nessas coisas, um fato atraiu minha atenção: de baixo da Europa,  ergueu-se  uma  imagem:  era  meu  médico,  ou melhor,  sua
imagem, circundada por uma corrente de ouro ou por uma coroa de louros dourada. Pensei imediatamente: “Ora veja! É o médico que me assistiu! Mas agora aparece em sua forma primeira… a encarnação temporal da forma primeira, que existe desde sempre. Ei-lo agora em sua forma original”.

Sem dúvida eu também estava na minha forma primeira… Não cheguei a percebê-lo, somente imagino que deva ter sido assim. Quando ele chegou diante de mim, pairando como uma  imagem  nascida  das  profundezas, produziu-se entre nós uma silenciosa transmissão de pensamentos.
Realmente meu médico fora delegado pela Terra para trazer-me uma mensagem: protestavam contra a minha partida. Não tinha o direito de deixar a Terra e devia retornar. No momento em que percebi essa mensagem a visão desapareceu.

Decepcionei-me profundamente; tudo parecia ter sido em vão. O doloroso processo de “desfolhamento” tinha sido inútil: não me fora permitido entrar no templo, nem encontrar os homens entre os quais tinha o meu lugar. Na realidade, passaram-se ainda três semanas antes que me decidisse a viver; não podia alimentar-me, tinha aversão pelos alimentos. O espetáculo da cidade e das montanhas que via do meu leito de enfermo parecia uma cortina pintada com furos negros ou uma folha de jornal rasgada com fotografia que nada me diziam.

Decepcionado, pensava: “Agora é preciso voltar ‘para dentro das caixinhas!”. Parecia que atrás do horizonte cósmico, haviam construído artificialmente um mundo de três dimensões no qual cada ser humano ocupava uma caixinha. E de agora em diante deveria de novo convencer-me que viver nesse mundo tinha algum valor!

A vida e o mundo inteiro se me afiguravam uma prisão e era imensamente irritante   pensar   que   encontraria   tudo   na   mesma  ordem. Apenas experimentara a alegria de estar despojado de tudo e eis que de novo me sentia – como todos os homens – preso por fios dentro de uma caixinha. Quando estava no espaço não tinha peso e nada podia me atrair. E agora tudo terminado!

Sentia resistência contra meu médico porque ele me conduzira à vida. Por outro lado, inquietava-me por ele: Por Deus, ele está ameaçado! Não me apareceu sob a forma primeira? Quando alguém chega a essa forma é que está para morrer e desde então pertence à sociedade de “seus verdadeiros semelhantes.

Tive repentinamente o terrível pensamento de que ele deveria morrer – no meu lugar! Procurei fazê-lo entender, mas não compreendeu… Era minha firme convicção de que ele estava em perigo porque eu o vira em sua forma original.

E, com efeito, fui seu último paciente. Em 04 de abril de 1944 – sei ainda exatamente a data – fui autorizado pela primeira vez a sentar-me à beira da cama e neste mesmo dia ele se deitou para não mais se levantar. Pouco depois morreu de septicemia [estado infeccioso]. Era um bom médico; tinha algo de gênio, senão não teria aparecido sob os traços do príncipe de Cos.” [Cos, foi onde nasceu Hipócrates e lugar famoso na Antiguidade, por causa do templo de Esculápio]. (Texto extraído do site “MENTE HUMANA” de João de Oliveira).

Depoimento do Dr. George Rodonaia (PHD)

DEPOIMENTO DO DR. GEORGE RODONAIA (PHD)

Dr. George Rodonaia é um psicólogo russo, radicado nos EUA, formado em física e química, anatomia e outras fisiologias.

Atualmente, residente nos EUA é psicólogo e pastor protestante.

Seu depoimento é impressionante, pois contradiz uma série de crenças médicas em vigor ainda hoje.

“A Morte Não Existe” – (Dr. George Rodonaia, PHD em Psicologia)

“Eu era um dissidente da União Soviética.... e havia sido convidado pelos EUA em 1975..... em 1975 foi quando recebi este convite. Em 1976, recebi o visto de exílio, e estava partindo para Nova York neste dia.

Estava indo pegar meu passaporte.... e já estava pronto para viajar. Minha família já estava no aeroporto me esperando. Então, andando na calçada fui atropelado por um carro. Foi tudo simulado pela KGB. Eles queriam me matar.... e não me deixar partir. Então fui levado a um hospital. Os médicos fizeram tudo que podiam para me ajudar, mas ..... fui considerado morto.

Era a liberdade absoluta de seu corpo e mente. Isto me surpreendeu. E era muito interessante também. Estava feliz nessa experiência, porque podia ver os pensamentos deles. Podia ver tudo que estava acontecendo. Podia sentir cheiros, podia ouvir ..... e podia ver os pensamentos deles.

Isso foi o que mais me deixou feliz e orgulhoso. Não sei se é uma boa palavra, mas me orgulhava desse poder.

Não estava me incomodando ..... via o meu corpo e o odiava .... eu não queria voltar para ele. Era impressionante que .... eu também não deixava o corpo. Eu estava por toda parte.... onde pensavam em mim. Mas estava com meu corpo. Quer dizer que eu não estava saindo de um lugar para outro. Estava em todo lugar ao mesmo tempo.

Podia estar em Nova York, podia estar em Long View, Texas. Podia estar em Moscou, podia estar em Felia, Geórgia.... em qualquer lugar. Não havia nem tempo nem distância para mim...

Podia me comunicar com as crianças; crianças muito pequenas que não falavam nem andavam ..... e que estavam vindo daquele lugar para onde eu estava indo. E a comunicação com elas era impressionante, uma comunicação espiritual. Não falávamos com palavras. Falávamos através de uma comunicação mental. Ela havia quebrado o quadril ..... e ninguém entendia por que ela chorava tão alto.

Os médicos e os pais dela estavam muito preocupados. Eu disse: Não chore. Ninguém vai mesmo entender o porque. E ela parou de chorar e sorriu. Foi uma experiência incrível, pois as pessoas olhavam e diziam: “Ela tem isso... Aconteceu isso com ela”. Mas, não conseguia comunicar-me com eles.
Depois do terceiro dia, quando eu estava de novo em meu corpo, e depois de três dias, quando já podia falar, disse a eles: “sua filha está chorando porque quebrou a bacia.

Este é o diagnóstico que estão procurando”. Descobriram que era verdade. Ficaram chocados e surpresos.

“Sentia aquela dor .... e estava escuro. Não enxergava nada. Não conseguia mexer as mãos, não conseguia mexer o corpo...

Compreendi que não tinha nada, mas eu existia. Isso me assustou. O medo do desconhecido.

Por que todos têm medo da escuridão? Porque não sabem o que há na escuridão. O medo da escuridão se deve ao desconhecido. O não compreensível é o que faz você ter medo. Tinha medo da escuridão, tinha medo de estar lá. Mas o que causava mais medo era estar em algum lugar sem meu corpo.

Mas eu existia. Eu era um cientista, trabalhava com psicologia e línguas. Aprendi física, aprendi química e muitas outras... fisiologia.... anatomia.... e tudo se baseava no materialismo dialético. Materialismo histórico.

Na minha cabeça, era impossível estar em um lugar sem o corpo. Onde está meu componente principal, minha vida, meu corpo? Estava morrendo de medo. Mas eu estava morto. Essa era a sensação difícil de compreender.... que você existe.... mas você não existe. Se você pensa.... você existe. “Se penso, pensei, existo”.

Mas se existo e penso.... por que não posso pensar positivamente sobre o que acontece à minha volta?

E comecei a pensar sobre... a luz. Via lua fora da escuridão. E isso me chocou.

Mas o primeiro sentimento foi o de ir até essa luz.... o primeiro pensamento que me veio foi.... ir para essa luz. E fui em sua direção.

Uma coisa muito maravilhosa que aconteceu comigo....  foi que vi meus pais, meus pais verdadeiros..... e vi foram assassinados.

Foram assassinados pela KGB em Moscou.....  e isso me deixou feliz. Parece ridículo, mas fiquei feliz, porque sempre pensara que tinha sido abandonado por eles.

Estamos vivos devido ao amor. Foi isso o que me trouxe de volta. Francamente, eu não queria voltar. Mas, o amor me trouxe de volta, o amor dos que me queriam.

A escuridão, onde estava antes ....  (esse é o inferno total). É o mesmo que disseram a você.... separar-se da luz.... do amor... de Deus.... do infinito.

Claro que isso é o inferno. É por isso que o suicídio foi condenado por todas as religiões.  Dizem: “Você vai para o inferno”. Significa “para lugar nenhum”. “Lugar nenhum”, não existe. Significa ir para algum lugar que é o oposto da bondade.

Eu estava no necrotério no fim de semana, e na 2ª feira me tiraram do necrotério e me lavaram. E começaram a autópsia. Eram 11:00 hs  da manhã quando abriram meu abdome. Tiraram um hematoma.... hematoma.

Começaram  a autópsia tipo “T” .... e uma imensa força me pegou.... acho que pelo pescoço....  não sei explicar o que era.... e empurrou-me para baixo.

E eu vi esse movimento para baixo.... e então senti minha cabeça doer, e abri os olhos! Foi assim que voltei ao meu corpo.
Essa é a principal mensagem que eu trouxe: “QUE O AMOR NÃO PODE SER MUDADO, ISTO É, ELE É ETERNO. E O AMOR ESTÁ SEMPRE UNIDO À VIDA. O AMOR É O QUE MANTÉM VIVO ESTE MUNDO. O AMOR .... A ETERNIDADE. O AMOR É A BASE DA ESPÉCIE HUMANA. ESTAMOS VIVOS DEVIDO AO AMOR.”

Vi a vida como infinita luz .... infinita luz. Como ... o ser eterno. Não podemos morrer porque já fomos criados para viver sempre.... A dimensão do espírito é.... vida eterna. A morte não existe. Não tenha medo. A morte é como uma ponte, uma estação.... estação de trem, aonde se chega para passar a uma outra vida”. [ Cf. “Life After Life” (“Vida Após a Morte” em português) 1992, Videolar]

[Texto reproduzido do Blog – Magister Lux – Blog Archive – A Morte Não Existe (EQM) Dr. George Rodonaia (Phd)]

Depoimento do livro " O que acontece quando morremos" do Dr. San Parnia, pag. 84/86 Ed Larousse.

“Tudo aconteceu quando eu tive um colapso em casa, e me arrastei até o telefone. Eu tinha um amigo que veio em meu socorro, e finalmente fui internada em um hospital.... não me deram nada para beber por 48 horas, já que qualquer coisa poderia aumentar a dor, portanto, minha condição clínica não era muito boa.... O problema era que eu estava sofrendo por causa de uma gravidez ectópica, a trompa de falópio estava se rompendo, causando sangramento..... De repente me encontrei ao lado de mim mesma, olhando para uma corda que me ligava ao meu corpo, e pensando sobre o quão fina ela era. Alguém estava ao meu lado. Fez com que eu me sentisse segura e me encorajou a ficar em sua companhia, dizendo que a corda era insignificante e que eu não deveria me preocupar com sua fragilidade. Fui guiada para a luz. Era uma espécie de vazio, no qual me vi com a habilidade de voar, ou deveria dizer que não tinha peso? – uma experiência muito estranha. Ao longo da jornada, ficava olhando para trás, a fim de me assegurar de que minha companhia estava ao  meu lado, mas de alguma forma, no final da viagem, me senti apenas contente por continuar e chegar ao fim.
Alcançando a luz, encontrei outros seres de luz que me encorajaram a fazer uma análise de minha vida. Nesta experiência minhas ações não foram julgadas por outros, eu própria me julguei. Podia ver dentro de minha mente, e não havia maneira de escapar dos meus pensamentos. Gentilmente, fui encorajada a compreender como meus erros machucaram os outros.

Fiquei confusa, uma vez que tudo era muito estranho. A palavra ‘morte’ nunca foi mencionada, mas ainda assim, de certa forma, compreendi que estava em um lugar espiritual, onde os que haviam falecido recentemente andavam. Muitas perguntas vieram à minha cabeça: Como? Por quê?
Eu tinha acabado de ter dor abdominal, nada perigoso à vida. Os espíritos me disseram que eu estava grávida. Não sabia disso antes de me falarem. Apenas achava que tinha uma dor abdominal. Também me disseram que o espírito da criança havia inicialmente consentido em nascer, mas então mudou de ideia... que ele havia experienciado uma vida muito traumática antes..... e ainda não estava pronto para encarar a vida novamente. Talvez com muito amor e encorajamento ela o faria no futuro. Pedi para ver este espírito, e expliquei que, comigo e com meu marido, ele teria muito amor. Estávamos esperando outro bebê havia muito tempo. Houve uma hesitação, e só posso presumir que o espírito ficou preocupado e pediu consulta. Após um tempo, conversamos juntos. Pobre alma, eu conseguia sentir seu medo. Ele se sentia bem com seus irmãos de luz ao seu redor, que o apoiavam com muito amor e cuidado... ‘um dia’, foi a mensagem de um dos irmãos. ‘Seja paciente com ele’.
Continuei a jornada e mais adiante aparentemente conheci o grande Deus de muitas religiões, uma experiência maravilhosa, e eu consigo entender agora por que São Paulo tanto quis estar ao seu lado, para estar na presença de um amor tão incondicional... compreensivo... Eu não precisei falar - pensamentos eram suficientes.

Era como se todos fossem um só e compartilhassem deste ser; sua radiação estava por todo lado. Até hoje me lembro com enlevo e deslumbre dessa experiência.
Fiquei muito preocupada e extremamente triste, por abandonar um bebê de 18 meses. Quem iria tomar conta dela? Meu marido estava fora, nenhum membro da família próximo. A compaixão (de Deus) era tão forte, seu amor e sua preocupação tão abundante, que, por sua graça, me permitiram voltar. Disseram que eu teria uma missão muito especial a fazer mais tarde na vida, quando minhas crianças crescessem. Ela já sabia que haveria outra.
Não consigo me lembrar muito da volta. Lembro-me de estar no teto do quarto observando duas enfermeiras trabalhando em meu corpo. Houve um solavanco e então só recordo que eu estava numa espécie de sono profundo.

Nunca tinha lido sobre experiências fora do corpo, ou experiências de quase morte, os termos usados hoje em dia... dois anos depois, meu filho nasceu muito doente, mas até hoje mantive minha palavra dado ao espírito – a de que o amaria incondicionalmente tanto quanto ele precisasse de mim. Criei um lar de amor, e, como família, trabalhamos juntos para amarmos uns aos outros e ao mundo ao nosso redor – um pequeno espelho daquilo pelo qual passei na terra de luz. Após essa experiência, não tenho mais medo da morte e acredito totalmente na vida depois dela.  (Parnia, San; O que acontece quando morremos. Tradução Emanuel Mendes Rodrigues. - São Paulo: Larousse do Brasil, 2008.)

Conclusão

À parte as crenças religiosas de que teríamos uma consciência que sobreviveria após a morte do corpo físico, isto na prática não passa de uma crença baseada em fundamento de fé.
Nada há de concreto aceito pela ciência que é a palavra mais confiável em termos de conhecimento humano que aceite esta prerrogativa de que existe sobrevida após a morte física.

Para a ciência somos apenas corpo físico e como tal de certa forma vivemos uma realidade dualista, nossa parte racional existe e vive como se esta vida fosse o objetivo, por isto tentamos sobreviver a qualquer custo. O dinheiro, os prazeres e a realização de uma felicidade fugaz são o que a sociedade nos oferece.  Por outro lado, nossa parte emocional se vê frente a todo um aparato de crenças, revelações e esperanças, de que esta existência é apenas passageira e que a vida após a morte é que seria a verdadeira realidade.
Nada temos de garantido que isto possa ser verdade, ou que seja apenas um mecanismo de defesa inconsciente que criamos, para nos defendermos da dura realidade de que a existência é só isto que vivenciamos.
Por outro lado, o universo nos encanta, não é possível que o acaso e a coincidência tenham criado tal realidade, por sua complexidade, exatidão, beleza e equilíbrio.

A natureza nos intuí que existe uma inteligência criadora por trás desta obra, mas mesmo isto não nos garante uma sobrevida após a morte.
Estas são as contradições da existência humana, uma ciência que insiste em afirmar que somos apenas matéria e uma religiosidade que subsiste apenas à base de fé e esperança.
Em meio a estas incertezas existenciais, descobrimos então as “Experiências de Quase Morte”, as quais colocam em cheque tanto a ciência, que em principio as nega como realidade, dando lhes varias explicações meramente físicas, quanto colocando em cheque também os dogmas religiosos, pois não se apresentam como os padrões normais ensinados por elas.
Pelo lado da ciência, muito fica a desejar as suas explicações, pois se consegue justificar certas ocorrências, existem detalhes de certas vivências, como a pré-cognição de passagens futuras da vida dos experienciandos ou a faculdade de enxergar que cegos de nascença afirmam ter durante as “EQM’s”, que ela não pode explicar.
Pelo lado das religiões, também as coisas não são tão simples, pois embora a mensagem de fundo seja o que estas ensinam, o contexto das “EQM’s” é areligioso, o que nos leva a lembrar da frase da epígrafe “Deus não tem religião, quem tem religião são os homens”.
Este é um novo universo de descobertas e conhecimento que se abre a nossos olhos, devido à evolução que a medicina nos proporcionou.

Dos relatos iniciais publicados pelo Dr. Raymond A. Mood Jr. em 1975 até os dias atuais, se vão apenas 40 anos, o que não é nada em termos de conhecimento e pesquisa.
O tempo trabalha a favor da verdade e por hora o que podemos concluir é que somente quem passou por uma EQM pode dizer se sua experiência é real.
As “EQM’s” são as provas mais consistentes de que nossa existência não é apenas física, pois fisicamente não é possível explicá-las.
E estas ocorrências, apesar de todas as descrenças, trazem à tona no mundo físico, em muitos casos, a mensagem de que o amor é a coisa mais importante na vida, é por ele que nossa existência é sustentada, ele é o motivo para a nossa existência.  
Um testemunho disto é a afirmação do Dr. George Rodonaia, que afirma em seu depoimento gravado e descrito anteriormente de que “O amor é o que sustenta a vida e a morte não existe”.
E não é o que sempre nos ensinaram? “Que Deus é Amor”?

Há todo um universo de experiências para você explorar aqui, seja feliz e siga em frente, este é um dos motivos pelo qual você se encontra nesta vida, adquirir conhecimento, além de aprender a amar.

Alguns Livros em português sobre EQM

1 – Vida Depois da Vida
Dr. Raymond A. Moody Jr.
Editora Nórdica Ltda / 1989.

2 -  A Luz do Além
Novas Revelações pelo Autor de Vida Depois da Vida.
Raymond A. Moody Jr.
Editora Nórdica Ltda / 1989.

3 -  Salvo pela Luz
Dannion Brinkley e Paul Perry
Editora Larousse do Brasil Participações Ltda / 2010.

4 -  Voltar do Amanhã
Dr. George G. Ritchie e Elisabeth Sherrill
Editora Nórtica Ltda / 1988.

5 -  Rumo ao Ponto ômega
Em busca do significado da Experiência de Quase Morte.
Kenneth Ring
Editora Rocco Ltda / 1996.

6 -  Lições da Luz
O que podemos aprender com as experiências de proximidade da morte.
Kenneth Ring e Evelyn Elsaesser Valarino
Editora Summus Editorial Ltda / 2001.

7 -  O Livro dos Mortos Tibetano  (Bardo Thodol)
Lama Kazi Dowa Samdup
Hemus Editora Ltda / 1983.

8 -  Do Outro Lado da Vida
Dr. Melvin Morse e Paul Perry
Editora Objetiva Ltda / 1992.

9 -  O que Acontece Quando Morremos
Dr. Sam Parnia
Editora Larousse do Brasil Participações Ltda / 2008.

10 -  Evidências da Vida Após a Morte
Feffrey Long e Paul Perry
Larousse do Brasil Participações Ltda / 2011.

11 -  Relatos Verídicos – Experiências de Quase Morte
Manuel Domingos
Ésquilo Edições e Multimédia Ltda / 2011.

12 -  Explorações Contemporâneas da Vida Depois da Morte.
Gary Doore, PH. D.
Stephen Levine/ Ram Dass e outros
Editora Cutrix Ltda/ 1997.

13 -  Uma Prova do Céu
A Jornada de um Neurocirurgião à Vida Após a Morte.
Dr. Eben Alexander III
GMT Editores Ltda / 2013.

14 -  Passeio da Alma
Histórias reais de Quase Morte, que farão você enxergar a vida de outra        maneira
Paul Roland.
Editora Gente/ 2008.

15 -  Tão Longe de Casa
A vida após a morte.
Dannion e Kathryn  Brinkley
Larouse do Brasil Participações Ltda/ 2010.

16 -  Existe Vida Após a Morte
Depoimentos emocionantes sobre o que nos espera do outro lado.
Theresa Cheung
Editora Benvirá/ 2014.

17 -  O Amor fez-te Regressar do Céu
Arielle Ford
Editora Cafilesa / Soluções Gráficas Ltda/ 2013.

18 -  Voltei para Contar
Autobiografia de uma Experimentadora da Quase Morte.
Lucy Lufti
Editora Editores / 2014.

19 -  Tudo o que Vi no Céu
Por vezes Deus pede-nos para voltar a terra e cumprir a nossa missão.
Uma história real.
Dra. Mary C. Neal

20 -  Minha Jornada Além da Vida
O que vi e como sobrevivi à morte.
Marvin J. Besteman com Lorilee Croker
Editora Universo dos Livros / 2013.

21 -  O Além Existe
Histórias verdadeiras de pessoas que tiveram um vislumbre da vida depois da morte.
Theresa Cheung
Editora Planeta Manuscrito/ 2013.

22 -  O Céu Existe!
Lições do homem que passou 90 minutos no céu sobre a alegria de viver na terra.
Don Piper com Cecil Murphey
Editora Thomas Nelson Brasil/ 2008.

23 -  O Céu é de Verdade
O impressionante relato do menino que foi ao céu e voltou para contar.
Tood Burpo com Lynn Vicent
Editora Vida Melhor Editora S/A/ 2011.

24 -  Uma Luz ao Fim do Túnel
Uma viagem de ida e volta ao limiar da morte.
José Miguel Gaona Cartolano
A Esfera dos Livros / Lisboa/ 2013.

25 -  O livro da Vida!
Da Ilusão à Verdade.
Gloria Polo
Aliança Missionária Eucaristica Mariana.

26 -  De Volta para o Céu
A História de Bem Breedlove.
Ally Breedlove
Editora Pensamento-Cultrix Ltda.

27 -  Eu morri e voltei para contar como é
Relatos de EQM Experiência de Quase Morte do jornalista
Herivelton Moreira
Clube dos autores, Direitos reservados ao Jornalista Herivelton
Moreira da Costa, publicação/junho/2012.

* Livros recomendados

Mural dos Usuários


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Antonio Mario G. Cursino de Moura em: 05/05/2019 às 20:24:06

Sou o autor deste site. Se alguém tem interesse em se aprofundar sobre o assunto, procure no Google o site "AFINAL, O QUE SOMOS NÓS?". Lá encontrará muitos depoimentos impressionantes de pessoas que passaram por EQM's, trabalho que está sendo elaborado por equipe de professores universitários (como pesquisa e informação), pessoal sério, imparcial e com muita qualidade. Embora seja algo um tanto assustador para o normal das pessoas, é preciso ter uma sensibilidade especial para ser atraído para este tipo de, mas este tipo de depoimentos pode modificar a nossa visão de vida e do contexto do universo aonde existimos. Vá em frente meu irmão, há um universo para você descobrir. Felicidades.

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Bianca em: 16/04/2018 às 10:18:44

Bom, minha história é um pouco longa e até os dias atuais, com 1 ano da ocorrência delas, eu me pergunto muitas vezes se eram os remédios. Como já falei em outro post meu caso foi muito grave e fiquei em coma, primeiramente eu me via um bb, eu não sentia, via e sabia que era eu. Sendo banhado, penteado e sentia frio pois a água era de uma cachoeira pois eu estava em um local que nunca vi, mas era lindo. Minha mãe e meu pai cuidando de mim, que acabara de nascer. Ainda na UTI, me vi fumando escondido, era o que eu fazia, e mamãe via e me obrigava a fumar todos os cigarros e vomitei, até hoje lembro o cheiro que tinham aqueles cigarros. Depois disso, a última coisa da UTI que lembro, foi que eu estava em um corredor descalça, no final t=havia um casal de idosos bem vestidos, arrumados e eu não sentia medo algum. Eles falavam meu nome e me chamaram com as mãos bem calmamente: Vem com a gente, para de sentir essas dores e medo, pode vir que será bom aqui. Eu lembro que não sentia medo, só pensava: eu não quero ir. Depois vi crianças no mesmo corredor, todas arrumadinhas e me chamavam outra vez, eu falei que não, pois papai e mamãe estavam me esperando quando eu acordasse.

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Bianca em: 16/04/2018 às 10:35:12

Parte II da minha história. Aguardei sair do coma para que fosse possível fazer minha cirurgia, uns 20 dias após o inicio disso eu fui levada para a sala de cirurgia e foi aí que senti medo. Não consigo saber se fiquei entre a vida e a morte, mas foi mais claro que qualquer sonho que já tive e eu até hoje sinto muito medo em até lembrar disso. Eu entrei na sala e fui anestesiada, disso eu fiquei sabendo, o que eu lembro é que durante o tempo que fiquei lá eu vivi um medo que nunca senti antes, não na hora, mas quando eu lembro. Era um "hospital" que nos fundos ficava uma boate e as pessoas poderiam fazer nesse hospital várias mudanças como cortar uma lado do corpo, colocar um rabo e também mudar de sexo por meio de uma cirurgia, só que você deitava na maca, e até hoje lembro de como ela era fria e eles cortavam você com uma serra em uma máquina e você não sentia dor. Eu estava lá por minha vontade e queria mudar o órgão sexual. Na vez da minha maca uma pessoa em outra maca fala baixinho: coloca o corpo pra um lado, pq é enganação: vão te cortar no meio, no meio disso tudo eu consegui sofrer poucos danos, o pós op era você passar por um líquido e dormir, só que na verdade era uma outra sala do hospital e como você estava apagado era estuprado nela, como eu tinha recebido a dica da pessoa, prendi a respiração e fui para a sala acordada, mas fingindo estar dormindo. Me estupraram e eu vi. No final você ia para outra sala, onde vi minha mãe que me falava para não ser relutante e aceitar, mas descobri que isso era uma manipulação deles e que não era real. NO fim você iria para uma boate se prostituir e para a casa deles se recuperar, pagando com a prostituição. Enfim, foi péssimo e eu acordei achando que realmente tinha passado por essa cirurgia, até pedir para a enfermeira olhar e fiquei confusa. Não sei se foi o medicamento e gostaria da ajuda de vcs para me explicar isso. Obrigadaa

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Antonio Mario Giulianetti Cursino de Moura em: 10/04/2018 às 15:19:10

Esta é uma resposta à manifestação de "X em:09/04/2018 às 15:04:40" Se você chegar a ler está mensagem faça contato comigo via email, o meu email está acima. Não precisa se proteger com relação a sua identi- dade, pois aqui é um ambiente com o propósito de podermos conversar sobre o assunto sem censuras, pré julgamentos e preconceitos. Há uma relação acima de quase 30 livros que se você lê-los poderá lhe ser útil, o seu caso não é único, muitas pessoas têm a oportunidade de passarem por experiências parecidas. Esta experiência lhe dará um grande salto em amadurecimento de sua espiritualidade, não tem a ver com religiosidade. Se quiser me contate via email para conversarmos melhor Antônio Mario

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X em: 09/04/2018 às 15:04:40

Estou pesquisando e não encontro nada que possa me ajudar a explicar o que vivi. Tenho apenas 21 anos e sofri um acidente automobilístico. Fraturei a C1, crânio e politraumatismo na face. Além de ter "vivido" coisas na UTI, "vi" quando passei por uma cirurgia. Gostaria de ajuda sobre onde estudar e ler relatos próximos ao meu. Ficaria muito grata se pudessem me ajudar. Obrigada


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Patrícia em: 09/02/2018 às 03:03:41

Era o ano de 2008. Antes de ir trabalhar passei em uma lanchonete e como uma esfiha de frango. Por volta das 6 horas da tarde comecei a ter calafrios e febre. Piorei muito à noite. Vômito e diarreia sem parar. Uma dor no corpo horrível. De repente sai do meu corpo e fui subindo com alguém do meu lado que não via só sentia. Fiz uma espécie de viagem espacial até um lugar lindo que avistei do alto. Uma espécie de cidade de luz.Entre mim e a cidade tinha uma porta de bronze enorme. Eu disse ao ser posso entrar? E disse: meu filho de 8 anos como ficará? O ser me disse: ainda não é permitido e eu voltei


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MARTA SANDRI em: 14/11/2017 às 17:44:49

Alguns anos atrás, eu tinha bronquite asmática e dependia de bombinha para poder respirar, uma noite passei muito mal e estava sem a bombinha, depois de muito tempo consegui pegar no sono sentada, no sonho estava com muita falta de ar e espirrava a bombinha mas não fazia efeito, aí de repente me vi no céu deitada em uma cama, e as pessoas todas vestidas de branco, onde eu estava não tinha teto e eu podia ver o céu cheio de estrelas e fiquei olhando admirada com tanta beleza, então ouvi uma voz que me dizia: Marta.... Marta... volta... volta, ainda não chegou sua hora..... ainda não chegou sua hora. Então acordei num pulo, estava tão assustada me perguntando se aquilo foi um sonho ou se morri de verdade e voltei a vida, ainda hoje me questiono, será que estava tendo uma segunda chance?


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Alessandra em: 15/09/2017 às 21:16:22

Fui atingida por três disparos de arma de fogo em 12 de fevereiro de 2005 por um ex namorado que não aceitou o fim do relacionamento. Foram perfurações na região do abdômen. Perdi muito sangue, tive quase todos os órgãos perfurados. Perdi um rim. Durante idas e voltas da minha consciência até ser socorrida caminhei em direção a uma luz no final de um túnel. Passou um filme na minha cabeça de momentos da minha infância que não me recordava mais. Era um tempo diferente do nosso tempo. Parecia que havia passado muito tempo mas quando recobrava a consciência, era questão de segundos. De repente lembrei que meu filho caçula estava do meu lado e eu não sabia o que tinha acontecido com ele, na época ete tinha 9 anos. Então voltei imediatamente do fim do túnel e gritei por ele. Lembro dele perguntando para os socorristS se eu estava ficando louca por ter gritado tão alto. Acho que voltei por ele. Bom, essa é minha história de forma bem resumida.


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Joice Cabral em: 03/05/2017 às 20:25:22

Em 12 de novembro de 2016, eu sofri um acidente de carro com colisão em carreta estava no Banco de trás e tive rompimento de baço e intestino com hemorragia interna. Fui socorrida pelos bombeiros bombeiros levada ao hospital onde passei por exames e cirurgia com transfusão de sangue e coma induzido por cinco dias. Nesses cinco dias eu não me lembro me muita coisa, mas eu tenho certeza de que não estava acordada, eu me via do Alto do teto do hospital na cama, entubada e via meu pai e depois meu irmão. Posso até descrever o que me separava de outros pacientes era uma cortina e minha mãe me confirmou isso. Então eu sentia que mãos me tocavam, passeavam em meu corpo como uma dança, um ballet me protegiam. Eu não tinha medo. Não tinha medo da morte. Depois o teto do hospital se abria e eu via um céu cheio de estrelas, o céu mais lindo que já vi na minha vida com estrelas brilhantes. Eu também via um senhor na cama a meu lado e parecia muito ser meu avô ja falecido. Eu tenho também medo de falar sobre isso pois penso que pode ser confusão ou ilusão da minha cabeça. Não sei falar bem sobre isso, nem explicar. As palavras fogem. Não as encontro! Essa foi minha experiência e nem sei se foi uma EQM!


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DENISE em: 27/03/2017 às 17:37:46

Em 2005, repentinamente apareceu um cisto cerebral que me levou à uma cirurgia e na sequência a uma infecção hospitalar e meningites, culminando em uma nova cirurgia para retirada de um abscesso no local da primeira cirurgia. Nesse período, passei por períodos de coma. Muitas pessoas estiveram unidas comigo em oração, incluindo a minha família que sofreu imensamente por meu estado. Na época, minhas filhas tinham 5 e 8 anos respectivamente, e meu maior receio quando consciente, era deixa-las órfãs de mãe! Fui transportada para um local totalmente branco, inundado por uma luz azul (semelhante às usadas em odontologia), que produzia minha cura. A sensação era maravilhosa: PAZ! Ausência de qualquer mal sentimento. No entanto, em alguns momentos, ouvia meu pai chamar meu nome e pensava: preciso ir até "lá" avisar que estou bem! E, lembrava imediatamente de minhas filhas...(acho que se ele não me chamasse, teria permanecido lá para sempre. Sempre tive a "escolha", de responder a ele ou não - pois sabia que voltar ao meu corpo, traria dor e sofrimento. Nesses momentos, dentro de meu ser ouvia e entendia: não conte que vc está aqui, pois se isso ocorrer não poderá mais voltar! E assim ocorreu, voltei várias vezes para lá! Deus permitiu que eu ficasse curada e perfeita! Não há nenhuma sequela de toda aquele estado infeccioso que meu cérebro passou! Após 12 anos dessa situação, agradeço a Deus por tão grande amor e compaixão por mim.


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Bella em: 20/12/2016 às 17:41:16

Eu não me lembro bem, na vdd tá tudo muito confuso ainda. Em 2014 tentei suicídio, estava em depressão profunda e escolhi a morte. 20 comprimidos de clonazepam e eu senti tudo escurecer, eu me arrependi, juro que tentei cortar o efeito mas era tarde...Ou era o que eu pensava, me lembro vagamente de um campo, lindo e dourado, era trigo ou centeio, era alto e luminoso e a paz fora do normal e um homem estava lá, ele conversou comigo e logo depois eu estava no hospital olhando para minha mãe, para mim. Ela chorava e o homem que parecia até ser um médico naquele momento me perguntou se eu gostaria de voltar ou ir com ele, eu quis voltar pela minha mãe. Acordei no hospital ainda, com gente me fazendo perguntas mas eu não me importava, só queria saber onde estava aquele homem do campo, aquele homem que parecia médico...O mesmo que me deixou decidir, óbvio que ele só estava nos meus sonhos durante a EQM. Eu não tenho medo da morte... Mas acho que estou aqui ainda pq não sei responder oq aconteceu naquele dia.


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ana lucia c.p.de moraes em: 08/02/2016 às 09:11:13

fui viajar num dia de chuva, não estava guiando, minha amiga estava. o carro passou numa poça de agua , rodopiou e entrou embaixo de um onibus... bem mais tarde, quando eu comecei a perceber o que tinha me acontecido, acordei da coma, quando eu estava em coma eu via uma luz, muito branca num tunel, muito escuro aonde um amigo meu, que tinha morrido 1 ano antes, me dava a mão e pedia pra mim correr, ir até a luz e como eu não via o rosto dele eu não quis dar a mão ou dei, não me lembro é confuso pensar agora quase 30 anos depois... estava num ceu, tudo muito branco, encontrei algumas pessoas... senti uma paz alucinante, muito forte, um sentimento bom .


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